Resenha "O manual da Garota cacheada"


Classificação


Informações do livro
Titulo: O manual da garota cacheada
Subtítulo: O método Curly Girl
Autor/a: Lorraine Massey
Editora: Best Seller
Gênero: Moda, Estilo e Beleza
Meta de leitura


Um verdadeiro manifesto da revolução das cacheadas, um gesto de libertação em meio à ditadura dos cabelos lisos
O manual da garota cacheada: o método Curly Girl é o livro que faltava às estantes de todas as cacheadas, não apenas as que já assumiram seus fios naturais, mas também aquelas que ainda buscam se reconciliar com as suas madeixas de origem. A partir das lições de Lorraine Massey, referência internacional no tratamento de cabelos cacheados, a leitora aprenderá a identificar o seu tipo de cacho e como utilizar os métodos Low-Poo e No-Poo a seu favor. Além de ensinar a cuidar das mechas de forma rápida e prática, Massey dá dicas de como cortar, pintar e pentear os cachinhos. Há também capítulos dedicados a homens e crianças, bem como conselhos a quem está passando pela transição entre a química e os fios naturais e a quem está em processo de quimioterapia. Muito mais do que um guia de práticas para a manutenção dos cachos, O método Curly Girl é indispensável a todas que desejam assumir suas raízes — ancestrais e capilares — e dar adeus às chapinhas e aos secadores de uma vez por todas.


Olá amigos tudo bem?

A resenha de hoje é bem diferente, esse livro foi um presente especial da amiga Raquel Araujo do blog Por uma boa leitura, e posso dizer que foi o melhor presente de todos. No decorrer da resenha, haverá depoimentos de algumas pessoas que passaram por algum tipo de transformação de cabelo e contar a sua experiências.


O livro traz dicas valiosíssimas, de como aprender amar e cuidar dos seus cabelos, não somente para as garotas, mas englobando todos os perfis de pessoas com cabelo cacheados, enrolados, encaracolados e crespos, portanto meninos sem preconceito, tem dicas super válidas para deixar os cabelos saudáveis.
O legal desse livro, é que a leitura dele descobrimos como é divertido testar as receitas, trocar ideias com as amigas, e notar resultados notórios dos procedimentos, são receitas fáceis de fazer para cada tipo de cabelo. Nele é possível identificar cada tipo de cabelo e suas características, e saber qual o melhor tratamento e cuidado que deve ter com ele.


Nele conhecemos o Método Curly Girl, Low-Poo e No-Poo, são métodos de lavagem que consiste no uso de pouco shampoo ou a ausência dele, ou seja, se achava que espuma é sinônimo de limpeza você está redondamente enganado. Nesse livro verá que o procedimento requer cuidado e atenção. Eu fiz o teste com um shampoo que quase não tinha espuma e o resultado foi totalmente satisfatório. Caso alguém queira saber o nome dos produtos, pode encaminhar e-mail para o contato do blog, não vou expor marcar de produtos aqui no LJI, ok.

Ele transmite uma liberdade sincera e definitiva para as dúvidas que temos com os nossos cabelos, afinal eles são o cartão postal da aparência. Quando algo não vai bem em nossas vidas, a primeira coisa que fazemos é um corte diferente, um penteado e depois a maquiagem. Não é mesmo? Ele dá esperança para várias pessoas, ensina as crianças amaram seus cabelos e cuidar desde pequenos. Para Bella foi superinteressante como ela aprendeu rápido as dicas desse livro, de como lavar, desembaraçar e manter os cachos em harmonia, nada é complicado, basta ter boa vontade e amor pelos cabelos.




Notei também como os cabelos quando cacheados eles ficam com aspectos de mais saudáveis, as pontas ficam hidratadas e lindas. Eu tenho um longo desafio pela frente com os meus cabelos, de vez em quando faço escova é uma mania quase que inconsciente, mas tento modelar ao natural usando modelador para deixar de vez quando ele diferente e livre.
Além disso o livro quebra todos os tabus e preconceito quanto aos cabelos cacheados, sempre escuto relatos de Buyling nas escolas, quando pessoas fazem piadas dos cabelos mais crespos, no próprio livro Lorraine Massey conta que seus próprios irmãos implicavam com seus cabelos, ela conta que aos 4 anos ela pediu uma peruca de cabelo liso, por que não aguentava mais a discriminação com seus cabelos.

Uma realidade que pode ser mudada, com muito amor, dedicação, paciência e saber lidar com as diferenças. Eu quero agradecer a Kel por esse lindo presente que nos proporcionou grandes descobertas e muitas conquistas.

Depoimentos

Quando tudo começou...

Quando eu tinha meus 15 anos eu sofria para diminuir o excesso de volume do meu cabelo, ele vivia preso em um coque ou rabo de cavalo, e quando engravidei do meu primeiro filho aos 16 anos, meus cabelos cresceram muito chegando na altura da cintura, logo ficou impraticável lidar com cabelos enrolados e enormes. Foi então que iniciei fazendo relaxamentos, anos depois a progressiva, nunca tive problemas de queda, mas a estrutura do cabelo nunca mais foi a mesma. Hoje com 33 anos resolvi dar a chance para o meu cabelo, não é uma tarefa fácil e requer paciência.





Minha cabeleireira a muitos anos Cris é quem cuida dos meus cabelos, toda química que realizo, relaxamento, progressiva, luzes foi ela quem fez com extremo cuidado, nunca tive qualquer problema, mas resolvi dar um tempo na química e aproveitar as novidades que atualmente vem bombardeando o público das cacheadas.




Em terra de chapinha, quem tem cabelo cacheado é rainha.

Minha Bella
Bella minha filhota tem um cabelo maravilhoso todo cacheado, graças aos genes da mamãe combinado com o cabelo liso e expeço do papai, o que fez uma combinação perfeita de cachos definidos. Mas nem tudo são flores, o cabelo da Bella requer muito cuidado, e claro escolher o produto certo para deixar lindo e saudável.

A busca de profissionais adequados.

Durante boa parte da minha vida eu tive que conviver com salões (des)preparados para tratar com o cabelo encaracolado ou crespo. Lembro que sempre saía muito frustrada (às vezes até chorando), pois meu cabelo nunca estava do jeito que eu queria. Minha adolescência foi a base de cabelo preso ou com escova e chapinha. Até que, em 2011, eu descobri um salão especializados em cabelos cacheados, uma clínica dos cachos. E lá eu tive a primeira experiência bem sucedida com um cabeleireiro! Nunca me esquecerei deste dia. O resultado foi imediato: aprendi como lavar o cabelo, a usar o famoso no poo, como aplicar o creme de cabelo, enfim, a cuidar verdadeiramente do cabelo na sua forma natural. São informações que fazem toda a diferença no resultado final. Hoje eu passei a amar ainda mais os meus cachos e a cada ida ao salão é um dia de alegria pra mim, pois sei que sairei satisfeita de lá.

Juliana Nabono, 29 anos.Produtora de Eventos.



Depois do trauma, a recompensa...

Fiz definitiva por 3 anos porque o cabeleireiro disse que seria legal. Eu já fazia muita escova e ele sugeriu alisar de vez. Até que um dia, eu fiz luzes e quando eu fui retocar a escova, meu cabelo caiu.  Toda a parte da nuca (que graças a Deus cresceu) e também a parte da têmpora e perto da orelha. Enfim... depois disso eu resolvi parar. Até porque só o retoque já era tipo uns 200 reais
Tinha um super cabelão. Mas ia cortando aos poucos para poder voltar ao normal.  E por causa da queda, meu cabelo perdeu o volume.  Conforme ele ia crescendo, ficava horrível porque eu não tinha volume nas pontas.  Mas fui persistente e a vontade de economizar venceu a vaidade. Também fiquei meio traumatizada né...  Imagina...  MEU cabelo caiu da raiz.





Raquel Araujo, 25 anos, Jornalista e blogueira do Por uma boa leitura.



A importância da informação, e o final feliz com as Jujubinhas. Minhas sobrinhas lindas.

Desde os 12 anos aliso meu cabelo, já passei todo o tipo de produto como guanidina, relaxamento, amaciamento e pôr fim a progressiva. A princípio minha decisão de alisar meus caixinhos tão lindos foi por não ter a opinião totalmente formada na época e ne deixei levar pelo excesso de apelidos e não se "encaixar" no padrão de beleza da época (totalmente liso e escorrido). Hoje tento deixar ele ser natural, mas não consegui ainda porque percebo que ele já não cresce tão cacheado como era ao natural e também me falta a coragem que muita gente tem de cortar tipo Joãozinho tirando de vez toda a química para enfim crescer ao natural.
Mas a história não vai de repetir com minhas 3 filhas que também são super cacheadas, pois desde pequeninas já são incentivadas a ter sua opinião formada e acima de tudo enxergar sua real beleza maravilhosa. Além do mais hoje o mercado cosmético para cacheadas esta superaquecido assim fica mais fácil com muitas opções que deixam os cachos soltos, formados e brilhosos.
Nelas lavo os cabelos 2x na semana com shampoo para cachos e 1x na semana somente com o condicionador ambos para cachos, e também realizo hidratação com cremes específicos e receitas caseiras.
Para facilitar o manuseio da correria da semana faço muito trança pois fica arrumado por mais tempo além de estiloso e por fim usar e abusar de acessórios, arquinhos, glitter para cabelo e muita criatividade e sem vergonha mesmo deixar os cachos livre e soltos, além de ser muito divertido.

Juliana de Avelar Rodrigues, 28 anos.

Ser cacheada é bom demais...

Quando eu era adolescente não usava o meu cabelo solto, por que eu não conseguia doma-lo, e também não sabia qual produto mais adequando para usar, não tinha costume de ir para salão, usava ele com rabo de cavalo. Quando entrei na faculdade, comecei a usar ele liso com alguns produtos indicados e realizar selagem, um processo que é feito no cabeleireiro que abre os cachos do cabelo e não alisa e é menos agressivo. Mas me identifiquei com alguns produtos, o leave-in e umidificador de cachos foi uma saída. Sempre gostei dos meus cabelos cacheados, nunca quis ser escrava da chapinha, da escova, por mais que as pessoas falam que fico bonita com cabelos lisos, eu gosto deles naturais. A gente tem que assumir aquilo, que a gente gosta. Mas ser cacheada é muito bom!



Aline Gonçalves, 26 anos. Jornalista e blogueira no Livros y Viagens.


Eu quero agradecer de coração o depoimentos das minhas queridas amigas, contando suas experiencias, e mostrando que é possível manter os cachos, quebrando todos os tabus da ditadura dos lisos. Todo mundo tem o direito de ter o cabelo que quiser, de ter aquilo que faz bem, seja cacheado, crespo, liso, enrolado, o importante é ser feliz.

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